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quarta-feira, 13 de março de 2013

Imagens do Universo - Astrofísica

Olá admiradores do espaço

Obs.: Em homenagem aos meus alunos curiosos quanto ao universo

Contemplar a beleza e imensidão do cosmo é refletir sobre o nosso lugar nesse universo.

Essa é a proposta da exposição fotográfica Astronomia para poetas, que a Casa da Ciência e o Observatório do Valongo da UFRJ. Veja algumas imagens desta exposição.


A dança das galaxias no Quinteto de Stefan

Nebulosa planetário da Hélice


Eco de luz (Luz refletida na poeira que cerca a estrela) provocado pela erupção da estrela V838 monocerotis.


Plêiade - Conjunto de estrelas

Mais informações sobre o que se trata cada foto, acesse http://www2.uol.com.br/sciam/multimidia/astronomia_para_poetas.html

Uma abraço a todos

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Várias Filmagens de ângulos diferentes do meteorito que caiu na Rússia.


Cerca de 500 pessoas ficaram feridas em consequência de um meteorito que atravessou o céu sobre a Rússia nesta sexta-feira (15), lançando bolas de fogo na direção da Terra, quebrando janelas e acionando alarmes de carros... (mais informações)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Alpha Centauri (a 2ª estrela mais próxima da Terra)

Alpha Centauri (α Centauri) é a estrela mais brilhante da constelação de Centauro, sendo a terceira mais brilhante do céu, vista a olho nu.... continuação em mais informações.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Alô, criançada! O bóson chegou – veja o que significa a descoberta da “partícula de Deus”

O que é o bóson de Higgs, afinal?
É a partícula que faz com que você não seja um raio de luz. Não entendeu? Vamos voltar no tempo até uma época em que o Universo inteiro era só um emaranhado de partículas subatômicas que vagavam na velocidade da luz. Então. Os bósons de Higgs, que estavam espalhados entre essas partículas, se uniram e formaram um grande oceano invisível. O resto da mágica aconteceu quando as outras partículas subatômicas começaram a interagir com este oceano. Algumas – os fótons, por exemplo – passaram direto. Outras – os quarks e elétrons – foram atraídas por este mar de bósons de Higgs. E à força que os quarks fazem para atravessar esse óleo nós damos o nome de massa. Isso está acontecendo agora mesmo: nós vivemos submersos no oceano de Higgs até hoje.

O que fizeram para encontrar a partícula?
Gastaram US$ 10 bilhões – o preço do maior acelerador de partículas do Universo conhecido, o LHC. Os cientistas literalmente colocam os prótons para correr lá dentro e provocam colisões frontais entre eles. Essas pancadas geram explosões intensas, como se fossem mini-Big Bangs. É aí que está o truque. Se o Big Bang “de verdade” fez com que os bósons de Higgs aparecessem vagando entre as outras partículas subatômicas, uma versão menor (mas quase tão intensa quanto o original) também faria. E fez.
Então, como os cientistas têm certeza de que a partícula que encontraram é mesmo o bóson de Higgs?
Eles não têm certeza. Quer dizer: a certeza não chega a 100%, mas já é maior do que 99,9%. Funciona assim: a física de hoje tem uma espécie de “tabela” que lista todas as partículas elementares, os tijolos fundamentais da matéria. São seis tipos de quark (os tijolos dos prótons e nêutrons, que constituem basicamente tudo o que você enxerga). Tem também seis “léptons” (elétrons, neutrinos e mais quatro primos próximos deles). Para completar, existem 4 partículas “fantasmas”, geralmente sem peso nenhum, feitas de energia pura. Elas são os “bósons” – os tijolos das forças da natureza. A mais notória é o fóton, o tijolo (ou bóson, se você preferir) da força eletromagnética.
Fechando o arcabouço das partículas elementares, vem a mais curiosa delas: justamente o bóson de Higgs. Ele entra como uma ferramenta para explicar porque existem partículas “fantasmas”, sem massa, e “concretas”, com massa. A ideia é que, na verdade, todas as partículas seriam fantasmas. Mas algumas deixariam para trás seu estado fantasmagórico ao interagirem com o oceano de bósons de Higgs que permeia o Universo – a ideia foi do físico Peter Higgs, que acabou batizando a coisa. Pronto. Tudo explicado.

Agora não falta mais (ou, pelo menos, há mais de 99,9% de chance). Ao analisar os estilhaços de uma colisão entre prótons no LHC, apareceu algo de diferente em meio aos glúons e quarks de sempre. Era uma partícula nova, mas com a mesma massa que o físico Peter Higgs havia previsto para o seu bóson. Falta examinar outras características do achado para ter 100% de certeza de que ele é mesmo o Higgs. Mas os físicos estão confiantes.

De qualquer forma, ainda falta muito a descobrir. Tem as partículas responsáveis pela matéria escura, que representa 85% da matéria do Universo e que ninguém faz ideia do que se trata. Tem a energia escura, a força 100% misteriosa responsável pela expansão do Cosmos… E tem a gravidade. Ela é a força mais cotidiana, mais onipresente, mais pedestre. Mas ainda não sabemos do que ela é feita. Ou se é feita de alguma coisa. O Higgs não é nem o começo.
Reportagem: Revista Superinteressante

domingo, 29 de abril de 2012

Star Size Comparison HD

Infográfico com várias imagens simulando o tamanho e a distância de objetos no universo

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Alpha Centauri (α Centauri)

Alpha Centauri (α Centauri) é a estrela mais brilhante da constelação de Centauro, sendo a terceira mais brilhante do céu, vista a olho nu. Esta estrela é, na verdade, um sistema triplo, no qual Alpha Centauri A e Alpha Centauri B giram em torno de um centro comum, gastando quase 80 anos para completar uma órbita, já Alpha Centauri C, também chamada de Próxima Centauri demora mais de 1 000 000 de anos para completaruma órbita em torno das componentes principais e é a estrela mais próxima do Sol, a 4,2 anos-luz, enquanto o sistema Alpha Centauri A-B estão um pouco mais distantes a 4,4 anos-luz.
A estrela Alpha Centauri A é uma estrela amarela, cerca de 23% maior que o Sol. Já Alpha Centauri B é uma estrela laranja com um raio 14% menor que o solar. Enquanto que Proxima Centauri é uma anã vermelha com brilho muito reduzido e diâmetro de 1,5 vezes maior que o diâmetro de Júpiter.




Dupla estrela Alpha Centauri através do meu telescópio









Viagem ao Pandora: primeiro vôo espacial interestelar

(em inglês, use o tradutor do You Tube)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Meu Sistema Solar

Construir seu próprio sistema de corpos celestes e assistir ao ballet gravitacional. Com este simulador de órbita, você pode definir posições iniciais, velocidades e massas de 2, 3 ou 4 corpos, e depois vê-los órbita uns aos outros.

Gravidade e Órbitas

Mover o sol, a terra, a lua e estação espacial para ver como isso afeta suas forças gravitacionais e caminhos orbital. Visualize os tamanhos e as distâncias entre os diferentes corpos celestes, e desligue a gravidade para ver o que aconteceria sem ele!Gravity and Orbits

Click to Run

domingo, 24 de julho de 2011

terça-feira, 6 de abril de 2010

Procurando Nêmesis

Um objeto sombrio pode estar se espreitando nos confins do nosso Sistema Solar e atirando cometas em nossa direção há milhões de anos. Esse objeto seria o responsável pelos eventos de destruição em massa na Terra, bem como pelo tráfego de cometas que aparecem inesperadamente vez ou outra. Mas quem seria essa presença sinistra?


Batizado de Nêmesis, ou estrela da morte, esse objeto seria uma estrela do tipo anã vermelha, mas poderia ser uma anã marrom ou mesmo um planeta com várias vezes a massa de Júpiter.

A questão é que o nosso Sistema Solar é rodeado por uma vasta coleção de corpos gelados chamada de Nuvem de Oort, restos da nuvem que colapsou para formar nosso Sol e, por consequência, os planetas. Se o Sol faz parte de um sistema binário (veja a explicação no diagrama abaixo), certas configurações nas órbitas do par deveria dar um puxão gravitacional nesse objetos gelados da Nuvem de Oort, arrancando um deles na direção do Sistema Solar. A hipótese do Sol ter uma companheira é estranha, mas não é absurda. Na verdade, mais de um terço das estrelas da nossa Galáxia estão em sistemas com pelo menos duas estrelas. O difícil aqui é provar isso.

terça-feira, 30 de março de 2010

12 bilhões de anos em 6 minutos

O vídeo mostra o ciclo de vida de uma estrela muito parecida com o Sol. O nome do vídeo é 12 bilhões de anos em 6 minutos da Nasa.
Obs.: O Sol tem uma estimativa de ter um ciclo de vida com, aproximadamente, 10 bilhões de anos. Os astronomos acreditam que hoje a idade do Sol gira em torno de aproximadamente 4,5 bilhões de anos.

quarta-feira, 24 de março de 2010

O que sabemos sobre o Universo

Olá Pessoal
Segue o vídeo do Museu de História Natural Americano sobre a nossa posição no espaço.
Muito interessante para perceber a nossa posição no espaço. Veja:



Deixa algum comentário sobre o que achou do vídeo.
Professor Flávio